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      Reportagem    
     

Meandros policiais

   
     

A reportagem policial é um jogo perigoso. Ela noticia acontecimentos cuja matéria impressiona o público diante dos polêmicos fatos de assassinatos, massacres, tráfico de drogas, rebeliões, desordem pública e outras de ordem criminal ou irregularidade legal. A denúncia é o primeiro passo para a provável transformação social. Mas é preciso cuidado. Basta apenas um erro na apuração dos dados para que se coloque em risco a credibilidade de um veículo ou se destrua a reputação de um cidadão julgado erroneamente.


   
     
   
     
Além dos fatos
Canal cult
Furo no tapete vermelho
Chega de espreme-sai-sangue
De olho na tela
Jogo aberto
O cabelereiro de Datena
Informação com propriedade
   
 
 
 

História

 

Furo de reportagem

 

Contatos

 
 

Made In England

 

Furo no tapete vermelho

 

O campo da notícia

 
 

Moabe Giudice

 

Cristiane Lüscher e Suellen Timm

 

Carina Bentlin

 
 
 

Estadão

 

Folha

 

Diário gaúcho

 
 

Mais que um boletim de ocorrência

 

Espaço para debater

 

Em pauta o aniversariante do mês

 
 

Rosemeire Braga

 

Anita Leite

 

Ionara Wichinheski

 
     
“Informação com propriedade”

Marco Antônio Zanfra é paulistano e iniciou a sua carreira no jornal Folha de S.Paulo, após se formar na pela Faculdade Casper Líbero em 1977. Além da Folha, atuou nos jornais Folha da Tarde, Diário Popular, na revista Agora! e mais dois jornais de Santa Catarina.

"O Jornalismo Policial mexe com pessoas e com os sentimentos delas. É um modo de jornalismo mais amplo e profundo".

 

Brasil Urgente

 
 

O cabelereiro de Datena

 
 

Matheus Siqueira

 
     
 

Aqui agora

 
 

De volta

 
 

Rubia Gomes

 
     
  Prêmio Pulitzer de Jornalismo anuncia vencedores  
  Rio lança Centro de Cultura e Memória do Jornalismo  
  Deputada apresenta relatório com novas medidas para concessões  
 

Sancionada lei que cria a EBC

 
 

Semana Internacional da criação publicitária começa no dia 14 de Abril

 
 

Maior evento de photoshop da América Latina acontece em SP

 
 

É tudo verdade é o tema do festival internacional de documentários

 
 

¡Viva la diferencia!

 
 
  identidade  
 

A covardia que silencia

 
 

Mário Eugênio O repórter policial Mário Eugênio Rafael de Oliveira morreu com tiros pelas costas ao deixar a Rádio Planalto, enquanto abria a porta do carro. Além de trabalhar no Correio Braziliense, Mário Eugênio possuía um programa de rádio, o Gogó das Sete.

 
   
filme Livro
 

Missão dada é missão cumprida

 
 
 
   
 

Chega de espreme-sai-sangue

 
 
 
   
 
 
Em sua opinião, qual fato policial mais abusou do sensacionalismo em sua cobertura:
 
 

Caso do garoto João Hélio
Caso da menina Isabella Nardoni
Caso de Suzane Von Richthofen

Os tons vermelhos, azuis e brancos invadem o Canal. A bandeira americana torna-se pano de fundo para nossa próxima edição, onde as discussões e diferenças entre republicanos e democratas se tornarão nosso tema de análise e discussão. Junto a isso, veremos como a mídia brasileira se comporta ante as eleições norte-americanas e as possibilidades presidenciais da maior potência mundial. E mais. Até onde o brasileiro distingue a importância dessa pessoa em seu cotidiano? Em 15 dias, nosso encontro já está marcado, sem mais prévias.

 
 
  Pegue o seu colete a prova de balas que a nossa edição está no ar. Desta vez, você leitor, é convidado a entrar no campo minado do Jorna- lismo Policial. Tem tiro certeiro para tudo que é lado. A edição é um furo de reportagem. O trabalho é extremamente complicado, porém empolgante”.  
 

 
 
 

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O ombudsman, até agora, não é um personagem valorizado pela imprensa brasileira. Um dos únicos jornais no País que deu um passo significativo nesse sentido, a Folha de S.Paulo, retrocedeu nessa semana. O leitor não terá mais as críticas de Mário Magalhães, ombudsman da Folha.

 

 

 
 
 

Com certeza, alguém (no mo- mento em que ler isto), vai me lembrar que não estou aí e por isso desconhe- ço a realidade dos autores. (E já me disseram isso mais de uma vez). Discordo, mas não discuto. Afirmo apenas que grandes privilégios trazem responsabilidades maiores ainda. O leitor não conhece a realidade vivida na redação, mas nem por isso merece um texto carente de qualidade”.

 
   
   
 

...a polícia e os jornalistas competissem para resolver um caso?

"Armas ou blocos de ano- tação? A lei da farda ou a persistência jornalística? Vo- cês é que darão a resposta."

 
"A cobertura de porta de cadeia ficou para trás, e isso foi um grande avanço. Mas ainda temos dificul- dades para perceber os fenômenos que afligem as nossas cidades. O repórter que se confundia com o policial não existe mais, mas ainda temos dificulda- des para entender, discu- tir e criticar com proprie- dade as políticas de segu- rança pública e os proce- dimentos de investigação policial".
 

Marcelo Beraba, para o livro
Mídia e Violência de Silvia
Ramos e Anabela Paiva