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      Reportagem    
     

Jornalismo Popular

   
     

O Brasil é invadido pelo jornalismo popular. Impressos, programas de TV, rádio. Neste espaço vazio tencionado entre o jornalismo de “elite” e o popular, profissionais que discutem a importância e a relevância da nova vertente. Em suas divagações, as mídias que se utilizam desse espécime jornalístico são muitas vezes taxadas como sensacionalistas e apelativas. Afinal, o que é jornalismo popular e para onde ele tem nos levado?


   
     
   
     
jogo aberto
Além dos fatos
"Popular não é sinônimo de torpeza"
Sensacionalmente correto
além dos fatos
Impresso em foco
A elite popular do jornalismo
Do jeito que o povo gosta
   
 
 
 

InfluÊncia

  Projeto grÁfico   HeranÇa  
 

A elite popular do jornalismo

 

Sensacionalmente correto

 

Pai dos populares

 
 

Rogério Cardoso

 

Cígredy Neves

 

Leonardo Siqueira

 
 
  Agora   NotÍcia jÁ   Brasil urgente  
  E Agora?  

Informação com qualidade

 

Licença para entrar na sua mente

 
 

Rosemeire Braga

 

Jocielma Carlos

 

Raphael Vaz

 
             
  Extra   DiÁrio GaÚcho      
 

Do impresso para a era digital

 

Do jeito que o povo gosta

     
 

Deyse Fagundes e Miriam Lopes

 

Leonardo Siqueira

     
 
"Popular na balança"
         


Alexandre Bach
Essa história de sangue e sexo, ter- neiro de duas cabeças, chupa-cabra serve apenas para di- versão do pessoal aqui na Redação. Agora achar que os jornais populares se resumem a isso é um erro grave"



 


Cyro Martins
A mídia pre- cisa reconhecer a importância de estarem estes jornais tra- zendo para o universo do mundo de leitores de jornais não apenas milhares, mas milhões de pessoas."




 


Márcia Amaral
Pode-se levantar a hipótese de que a fórmula sensacionalista - com linguagem chula e notícias inventadas, sem prestação de serviço e priorizando a cober- tura do entretenimento - não tem interessado o público das classes C e D."


 

Mercosul rejeita liberdade de imprensa

 
  Cresce número de jornalistas mortos  
 

Censura na web

 
 

Abertas inscrições para o Prêmio Herzog de Jornalismo

 
  TJ Larkin no Brasil  
  Congresso de Comunicação Empresarial  
 

Conferência aborda o papel estratégico do comunicador

 
 

Prêmio CNT de jornalismo

 
  identidade  
     
 

José Luiz Datena - um dos mais conheci- dos nomes do jorna- lismo popular. Traba- lhou em vários veículos de comu- nicação, no entanto, sua maior notoriedade foi como apresentador do programa policial Cidade Alerta, da Rede Record.

 
     
   
 

Filme

 
 

O jornal

 
 

Fatos verídicos ou sensacionalismo? Esse conflito faz parte do filme O Jornal , em que o jornalista Henry (Michael Keaton) prova que a realidade também agrada aos leitores. Dirigido por Ron Howard, o filme agrega fatos do cotidiano jornalístico com pitadas de bom humor.

 
   
 
 

Com que freqüência você lê/assiste jornais populares?

 
 

Diariamente
Semanalmente
Ocasionalmente
Nunca

 

Na próxima edição o Canal irá analisar como a mídia aborda a economia brasileira. Quanto os investidores externos influenciam nas notícias que o cidadão recebe? A linguagem utilizada nas matérias econômicas está acessível à população? Você verá como a mídia se posiciona ao falar da economia nacional em relação ao exterior. Aguarde!

 
 
 

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"O Canal está de volta, a todo vapor, espantando o inverno pra longe! Esses pouco mais de dois meses fora do ar foram um verda- deiro inverno para o Canal, seus articulistas e leitores. Recarregadas as baterias, vamos gastar toda a energia para analisar a mídia e cum- prir o nosso papel."

 
 

 
 
 

"Após as longas, mas merecidas fé- rias, o Canal está de volta. Na edição que encerrou o último semestre, a redação se propôs a tratar de um tema contemporâneo e que se mostra ainda uma incógnita em termos de suas implicações: a cibercultura. O tópico chama a atenção de todos, por se tratar do próprio contexto em que muitos articulistas nasceram e aprenderam a viver."

 
   
   
 

... todo o jornalismo mundial fosse popular?

“Depois de passar pela música, pela comida e pela religião, o pop invade o jornalismo. Agora o jornalismo também é popu- lar. O jornalismo clássico, aquele de fala rebuscada, cheio de assuntos que nin- guém entendia, não rende mais o suficiente. Ao ler "não rende", entenda "não vende". Se não vende, quem vai pagar a conta? Então, corra para virar pop.”

 

"Já não existe espaço para aquele jornal ‘sanguinolen-to', que apresenta defun- tos na capa."

 

Paulo Éboli em entrevista ao jornal Meio & Mensagem.

 
Circulação de jornais em 2006


Folha de S. Paulo


O Globo


Extra


O Estado de S. Paulo


Zero Hora


Correio do Povo


Diário Gaúcho
Fonte: Instituto Verificador de Circulação (IVC)