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      Políticas públicas de comunicação    
     

"Qual é a relação entre uma família pobre ter uma TV e a dominação de uma nação inteira? A idéia é relativamente simples. Em um país de proporções continentais como o Brasil, fica praticamente impossível alcançar a todos em um curto período de tempo. Ou ficaria, se não fosse a TV e, em menor escala, o Rádio. Graças à televisão, que tem um alcance de quase 100% dos lares (os números variam entre 90% e 98%), há um meio que pode atingir simultaneamente dezenas de milhões de brasileiros. Todos podem ouvir a mesma pessoa, falando a mesma mensagem, na mesma hora. Uma ótima oportunidade. Mas para quê?"


   
     
   
     
TV PÚBLICA - HOJE
FNDC - ONTEM
Futuro duvidoso
Liberdade de ouvir
Opinião
Livro
PT ameaça a liberdade de expressão
Democracia em alta
   
 
 
 

Ontem

  hoje   Amanhã  
 

Tecnologia a vista

  Alegria de poucos   Fundamentos nada essenciais  
  Gleibson Alves  

Miguelli Simioni

  André Leite  
 
 

Ontem

  hoje   Amanhã  
 

TV pública, o que é isso?

  Futuro duvidoso   Um novo conceito em TV  
 

Bianca Rothstein e Tiago Braga

 

Deyvison Veloso e Allana Ferreira

  Alexandre Vieira e Franciely Soethe  
 
 

Ontem

  hoje   Amanhã  
 

Liberdade de ouvir

  Um genérico dos políticos   Mudança de hábitos  
  Tales Tomaz  

Rodrigo Galiza

  Cígredy Neves  
 
 

ONTEM

  hoje   Amanhã  
 

Classificação não é censura

  O novo manual do Brasil   Para o bem do cidadão brasileiro  
  Natália Roberta  

Kelly Lisley

  Kimberly Santana  
     
“Não podemos aceitar padrões internacionais”

Débora Burini é bacharel em Rádio e TV e atuou por onze anos em emissoras de televisão. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Doutoranda em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo - UMESP.

"Somente através de uma leitura crítica será possível selecionar conteúdos com qualidade para crianças e adolescentes. As escolas têm o dever de realizar leituras críticas sobre conteúdos exibidos em Rádio, TV, cinema e também jogos eletrônicos."

 
  Presidente da Radiobras co-loca cargo à disposição
 
  Estudantes de Comunicação boicotam Enade
 
   
 
Confira aqui os artigos publi-cados na coluna Canal da Im-- prensa no jornal O Regional:

"Neste período de concentra- ção dos jogadores, o mundo inteiro entra em estado de alienação."

 
  identidade  
     
 

DANIEL HERZ - foi um dos coordenadores o Fó- rum Nacional pela Demo- cratização da Comunica- ção (FNDC) e lutou pela democratização da comunicação brasi- leira.

 
     
   
LIVRO Opinião
  Democracia em alta  
  Classificação Indicativa no Brasil: desafios e perspectivas  
  PT ameaça a liber- dade de expressão  
  As primeiras pressões desta segunda fase do Governo Lula estão recaindo sobre a própria Radiobrás.  
 
 
 
 

5º Prêmio Docol

 
 

Curso de Jornalismo Online será ministrado em Curitiba

 
 

Passar quatro anos numa faculdade não é nada fácil. Trabalhos, estágios, projetos e tantas outras atividades que tiram o sossego de qualquer ser humano, ou melhor, estudante. Mas o pior não são as atividades acadêmicas, após a formatura as dificuldades são outras. A busca pelo primeiro emprego passa ser a principal meta do recém formado. Como já se tornou tradição na última edição do Canal abrir espaço para os formandos em Jornalismo do Unasp, este não será diferente. Quem quiser saber mais sobre os projetos experimentais desenvolvidos por eles, é só acessar. Aguarde!

 
 
 
 

"Os temas TV digital, TV pública, Classificação Indica- tiva e o Fórum Nacional pela Democratização da Comuni- cação foram analisados por nossos articulistas, que de maneira abrangente mapea- ram a situação das políticas de comunicação no Brasil. Para conferir e tirar suas próprias conclusões é só acessar."

 
 

 
 

... a Rede Globo se tornasse um canal do governo?

"A situação chega ao extremo quando, anos antes, o gover- no Lula, em 2003, compra a Rede Globo, que passa a ser um canal público. Inteligente, o executivo permanece com a programação normal e também a administração da Rede Prin- cipal, para “evitar revoltas”. As novelas permanecem. Os “Faustões”, “Caldeirões”, se- riados, também ficam no ar."

 

"A classificação é mera- mente indicativa porque ela não tem o poder de proibir o acesso. Quem controla são os pais, ao Estado cabe garantir meios eficazes para o exercício desse controle sobre o acesso."

 

José Eduardo Elias Romão, diretor do Departamento de Justiça, Classifica- ção, Títulos e Qualificação da Secre- taria Nacional de Justiça do MJ.

 
Classificação Indicativa no Brasil:
Especialmente recomendado.
Livre para todo público.
Não recomen- dado para me- nores de 10 anos.
Não recomen- dado para me- nores de 12 anos.
Não recomen- dado para me- nores de 14 anos.
Não recomen- dado para me- nores de 16 anos.
Não recomen- dado para me- nores de 18 anos.