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  Reportagem    
      Comunicação e saúde: a doença como espetáculo    
      “A comunicação para a saúde pretende ser democrática, transparente e identificada com os interesses da maioria, mas para a jornalista Alessandra Silvério, a mídia perdeu esse foco há algum tempo.”


   
     
   
     
ditadura da boa forma
fantÁstico
Morte às Amélias
Saúde com profundidade
revistas semanais
Jogo Aberto
Terreno neutro
Francisco Lemos, editor da Vida e Saúde
   
 
alÉm dos fatos "A imprensa deve ajudar de modo imparcial a formar opiniões firmes e esclarecidas"
  ditadura da boa forma   jornalismo e saÚde   imprensa alarmista  
  Morte às Amélias   Uma receita médica perfeita   Imprensa doente  
  Danúbia Guimarães   Giancarlo Sorvillo   Paulo Mondego  
         
  SaÚde É vital  
  Saúde é o que interessa!  
  Bruna Campos  
     
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  Milenna Vieira  
     
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  É simples!  
  Joelmir Melo  
     
  Vida e SaÚDe  
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  Rodrigo Galiza  
     
  Jornais  
  Hipóteses saudáveis...  
  Caroline Ferraz  
     
  Revistas  
  Terreno neutro  
  Larissa Jansson  
 
  AgÊncia comunica saÚde  
  Fonte de informação  
  Angélica Maffi  
     
  vida integral  
  Saúde online  
  Cígredy Neves  
 
  RÁdio Cbn  
  Plantão médico  
  Ana Carolina Riguengo  
 
  FantÁSTICO  
  Saúde com profundidade  
  Andréia Moura  
     
     
     
 
  Álcool e jovens  
  Publicidade filha da mídia  
  Érika Uchôa  
     

 

Francisco Lemos - Jornalista da Casa Publicadora Brasileira e editor-chefe da revista Vida e Saúde.

"Osegredo da revista, desde seu primeiro número, é divulgar princípios de saúde e popularizar um estilo de vida saudável. Nós procuramos valorizar a prevenção de doenças, estimular o uso dos remédios naturais (água, ar puro, luz solar, entre outros) e também incentivar a saúde por meio da religiosidade."

 
 

Fantástico impresso

 
 

Jejum de informação

 
  Cartão vermelho  
  Preços da copa  
   
  Nossa próxima edição envol- verá os trabalhos de conclu- são de curso dos formandos de Jornalismo do Unasp em 2005. Esta é a sua chance de tornar sua monografia ou pro- jeto experimental de conclu- são de curso conhecido nacio- nalmente. É só enviá-lo para:
 
 
  Identidade  
  Oswaldo Cruz  
     
  Dráuzio Varella  
LIVRO FILME
   
Equilíbrio distante O INFOrmante
     
  O ninho da mídia  
     
  Cigarro: Epidemia Global  
 
  Workshop sobre Linguagem Televisiva  
  Exposição de Fotojornalismo  
  Exposição “Henfil do Brasil”
 

Já virou tradição no Canal fechar o ano em grande estilo. E não será dessa vez que a regra terá exceção: na próxima edição você irá conhecer um pouco mais dos projetos e monografias de conclusão de curso dos formandos de Jornalismo do Unasp, que participaram do Canal durante os quatro anos do curso! Você conhecerá mais sobre o livro-reportagem “Histórias de Aparecida”, que fala sobre a penetração evangélica no maior centro católico do Brasil, irá se deliciar com um ensaio fotográfico da revista eletrônica Click Cultural, que retrata o cotidiano dos índios Karajás, e irá acompanhar os resultados de uma análise do perfil de meio ambiente das revistas semanais. Gostou? Daqui a quinze dias você terá muito mais! Até lá!

 
 
 

"O que a sociedade brasileira necessita é que a mídia cons- trua um debate propositivo sobre saúde. A imprensa de- veria ocupar-se muito mais em dar instruções práticas que operacionalizem mudan- ças de hábitos e comporta- mentos do que simplesmente aterrorizar a população dian- te do surgimento de novas doenças ou epidemias. A fór- mula é simplória: em vez de enfocar o terror da doença, dedicar-se à qualidade de vida."

 
 

 
 
 

Desenvoltura na escrita, diante dos mais variados te- mas, é um ideal a ser perse- guido. Não julguem que al- gum assunto parece chato, descabido ou desinteressan- te. Há um dito popular, co- mumente usado lá no Rio Grande do Sul, e que bem se aplica aos casamentos. Diz mais ou menos assim: “Sempre há um chinelo velho para um pé cansado”. Pois, nobres colegas, sempre há um leitor interessado naque- le assunto que cogitamos ser o mais improvável.

 
   
   
 

... a gripe aviária se tornasse uma pandemia ?

“O contágio é muito rápido e letal. Estima-se que 1,3 bilhão de pessoas morreram até ago- ra na Ásia - onde foram detec- tados os primeiros casos – e Oceania durante dois meses. Na Europa, órgãos de saúde na França, Espanha, Alemanha e Portugal decretaram qua- rentena em sete cidades – lá, ninguém pode entrar ou sair até segunda ordem.

 
Podemos definir a prá- tica brasileira de comuni- cação para a saúde a par- tir de uma série de parâ- metros como a descon textualização, a centrali- zação do foco na doença, a visão preconceituosa das terapias e medicinas alternativas, a ideologia da tecnificação, a legiti- mação do discurso da competência e a espeta- cularização da cobertura na área médica, entre outros”.
 
WILSON DA COSTA BUENO, jornalista e doutor em Comunicação pela USP.
FONTE: Comunicação para a saúde: uma experiência brasileira.